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Este é um espaço de notícias e reportagens feitas pelos utilizadores do SAPO. Envie os artigos para aqui.
Depois de validação editorial serão publicados e, caso se justifique, destacados na Homepage do SAPO.
Sexta-feira, 1 de Setembro de 2006

Aljubarrota

A vila está em festa. A Câmara Municipal e as Juntas de freguesia organizaram a feira medieval.
Embora com menos tendas do que no ano anterior e com a pouca presença de artesãos da vila, a festa decorreu sem incidentes e com grande afluência de público.
Eram diversas as barraquinhas com artigos em madeira alusivos à época, cestaria, cartomancia, a maçã de Alcobaça, as grinaldas, o pão quente, as peles e pedras.
Também não posso esquecer o serviço prestado pelas bancas da misericórdia de Aljubarrota com repastos muito saborosos, porco assado no espeto, sopa de peixe, as filhoses  e um atendimento simpático.
Mas devo realçar que, embora existissem mais eventos (e que até foram, do ponto de vista cultural, bastante educativos) a feira medieval, este ano, não teve, por um lado, nem a aderência de tantas tendas como em 2004 ou 2005, nem a afluência de publico dos mesmos anos.
Talvez porque, para além de não se estimular os habitantes e comerciantes da zona, ainda se faça questão de não os ter a participar.
Até parece que, esta feira, se está a tornar uma festa particular! È pena! Os que lutam por ela durante o ano todo mereciam mais atenção e mais incentivos, mas não!...
Boas iniciativas
O grupo do amado voltou a montar uma quinta à antiga onde, para além dos bons sabores dos manjares, poderíamos ver os animais no seu dia a dia.
A decoração do poço que está no terreno onde foi montada esta quinta estava muito bem feita. É de realçar que esta iniciativa contou apenas com o apoio dos habitantes e amigos da terra, sem qualquer patrocínio exterior, mas resultou numa das iniciativas mais bonitas (aliás à semelhança do que nos tinham brindado em 2005).
São iniciativas como esta que atraem os habitantes a não se sentirem excluídos e a mostrarem como, com amor á terra e espírito de grupo, numa semana se pode fazer uma coisa tão bonita e que atraiu tantos visitantes. É pena não serem mais apoiados.
Duas das casas particulares tinham as entradas enfeitadas coma artigos antigos de lavoura e até um forno com uma padeira.
Não posso deixar de realçar o trabalho da “Ordem”- vestidos a rigor, com armas da época, um belíssimo grupo musical da época medieval, malabarismo, torneios a pé e a cavalo, etc.
Foi uma belíssima ideia a mostra de músicas medievais que teve lugar dentro da igreja de Prazeres – aquela beleza de monumento tornou-se vivo com tão harmoniosos sons. Está de parabéns quem teve a ideia de tornar viva e alegre esta linda igreja matriz, que é uma das mais antigas do país.
Agradável e muito profissional mas, ao mesmo tempo simples e a mostrar a verdadeira vocação popular, foi o caso do grupo “Pifaradas Zambumbadas dos Pastores” ( típicos da Serra da Estrela) que recomendo, sinceramente. Foi uma boa aposta da organização. As músicas ficaram nos ouvidos dos visitantes
 
Embora não fazendo parte directa no evento o “artesanato de Aljubarrota” manteve as portas abertas para se poderem comprar lembranças da região. Não faltavam as padeiras em barro e xacota, os quadros com os monumentos da vila, os santos das freguesias e até mini tijolos com as igrejas e os santos pintados. A novidade este ano foi a recreação do episodio da padeira a matar os castelhanos, feita em barro e materiais recicláveis.
Foi também o único local onde, para se efectuar uma compra, se tinham de trocar os euros pró torreões e cruzados. Não sendo permitida a utilização de qualquer outro tipo de moeda como pagamento.
Mas não há bela sem senão
Uma parte da Rua direita (que contém a famosa janela manuelina de que já falámos tantas vezes, o poço medieval que os castelhanos entupiram para deixar a população sem água foram, de novo, esquecidos) e a casa onde morou Eugénio dos Santos.
Parece-me que não teria sido difícil colocar barracas ao logo desta rua, desde a estátua de D. Nuno até ao largo do Pelourinho. É pena não se aproveite o património histórico, cultural e arquitectónico para divulgar Aljubarrota – pode ser que para o próximo ano….
 
Sentimos a vossa falta
Há pessoas que passam pelas nossas vidas e que, por um motivo ou por outro, nos marcam e nos deixam saudade.
Pela feira medieval passaram , desde o primeiro dia, figuras que nos foram habituando a amar a história e a arte.
Umas que, felizmente, ainda estão vivas cá estiveram este ano.
Mas, não me sentiria bem comigo própria, se não referisse duas pessoas que dedicaram, gratuitamente e sem qualquer interesse pessoal, muitas horas à nossa Aljubarrota. Refiro-me aos saudosos Dr. José Casimiro (historiador) e ao Mestre João Santos (um dos maiores artesãos do concelho de Alcobaça).
Agora, já no seu eterno descanso, podem ter a certeza que não nos esquecemos de vós e que estiveram connosco, na nossa lembrança e no nosso coração.
 Outras
Já falámos, em edições anteriores, nuns paralelos que entupiam a entrada de uma garagem de um morador da Rua do mosteiro de Alcobaça.
Boa noticia – foram retirados da frente do imóvel e, devidamente colocados onde deveriam ter estado sempre. Obrigado, senhor presidente, por ter ouvido a nossa chamada de atenção.
 
                                                                                              Lúcia Duarte
publicado por Equipa SAPO às 18:54

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Estamos Alerta Na Mata!

publicado por Equipa SAPO às 18:52

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Peneda-gerês

Porque arde este parque todos os anos, se é uma área protegida onde ninguém (pensamos) beneficia com os incêndios. Sendo uma área protegida é proibida a construção, o corte de árvores, a caça e a pesca e até parar o carro em certas vias no interior deste.
Em suma só pode ser visitado a pé, e como o parque se estende por uma área de cerca de 72.000 hectares, sem visitas guiadas sem transporte no interior, tirando um ou outro ponto como junto à portela do homem ou pedra verde não haverá de certeza muitos visitantes no interior das matas.
Então porque arde esta jóia da natureza?
Quantos guardas florestais têm? (mesmo assim quando eram precisos a vigiar a mata estão na estrada porque assim sempre conseguem mais uns fundos com umas multitas a um ou outro que pare o carro naquele pequeno trajecto entre as Caldas do Gerês e a Portela do Homem. Porque nos outros percursos nunca vi ninguém que se importasse)
Quanto investe o estado no parque? (quanto a mim o maior culpado, porque a ele compete zelar pelos bens nacionais)
E quais as receitas do parque? (onde vão parar as lenhas, madeiras, multas, etc.)
Porque é que o PNPG è gerido a partir de Braga, com delegações nas vilas e cidades da zona do parque? Se calhar até o director se estivesse no PNPG poderia avistar um princípio de incêndio?
Claro que nós já sabemos que como tem sido um mau habito nestes últimos 30 anos de governos democráticos, os directores tem que ter a cor do governo e assim é possível que este parque já tenha tido tantos directores como governos.
JCF
publicado por Equipa SAPO às 18:51

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"Porquê?"

 

Ainda sou do tempo em que se aprendia na escola, que havia quatro estações do ano: Primavera, Verão Outono e Inverno. Recordo com saudade, as redacções que se faziam sobre as mesmas, onde cada aluno expressava o seu sentimento sobre cada uma delas. Recordo-me ainda que nessas mesmas redacções, e enquanto os outros meninos davam preferência à Primavera, por ser mais colorida e os passarinhos fazerem os ninhos, as borboletas beijarem as flores, etc., eu dava preferência ao Verão. Dizia nas minhas composições, que gostava mais do Verão porque, era a época das férias grandes, e podia ir para o rio tomar banho e pescar com o meu avô, além de ser a época da fruta e ser a altura de os meus primos que viviam em França nos visitarem.
Não me lembro de em tempo algum eu, ou outro colega relatar nas suas redacções, que o Verão trazia fogos, seca, catástrofe, etc. Era tudo demasiado belo e simples.
Em todo o tempo que se resumiu a minha infância, recordo-me que por duas vezes tocaram os sinos da igreja, e saiu toda a povoação a correr com baldes para o local, indicado por alguém, no qual lavrava um incêndio, que era imediatamente aniquilado por um cordão com dezenas de metros, constituído por homens e mulheres que numa sintonia quase mecânica, despejavam alguns poços. Raramente haviam fogos, e os que apareciam eram sempre provocados por trovoadas.
Eram tempos simples, onde a simplicidade e “pacatez” das pessoas, não lhes permitia pensar em nada mais que não fosse ajudar com todos os meios ao seu alcance e com todas as suas forças, aqueles que de si necessitassem, por isso, tocava o sino, e esse sinal mais do que uma ordem era uma lei. Tudo funcionava no meio dessa simplicidade.
Desde aí, até agora não passaram muitos anos, no entanto, parece que estamos a séculos desse tempo. Nada é como dantes, tudo está alterado.
Não consigo entender como numa “vintena” de anos mudámos de mundo sem mudarmos de lugar. Neste espaço de tempo, houve uma metamorfose de mentalidades e interesses que ao entrarem em colisão entre si, geraram um conflito e uma ruptura com a natureza e tudo o que deveria ser natural.
E o que é natural?

 

Para mim, natural é tudo o que tem um percurso normal, culminando numa situação lógica.
E o que são as mentalidades em colisão?
Com excepção dos mais incautos ou descuidados, todos nós reparamos como presentemente, as pessoas não são colocadas profissionalmente, nem politicamente no lugar certo, ou seja, no lugar para que foram “talhados”.
Hoje, as pessoas são sobrevalorizadas ou subvalorizadas. São muito poucos, que estão no seu “patamar” lógico.
Houve um tempo, em que as pessoas construíam a pulso a sua posição na sociedade, através de todo um trabalho realizado em prol de qualquer actividade social ou política, e só depois adquiriam o seu estatuto, que lhe era reconhecido e conferido, por todos.
E hoje como é?
 É tudo mais simples. Hoje existe no nosso vocabulário mais umas palavrinhas (compadrios, cunhas e favores políticos), que não eram reconhecidas e aceites antes, e que vieram mudar o mundo.
É deste modo, que aparecem nos cargos maiores da Sociedade e da Política, os sobrevalorizados e em “cargo nenhum” os subvalorizados. São precisamente estes, que não têm cargo nenhum, que conseguem compreender que na questão dos fogos em Portugal, os milhões de euros, pagos aos meios aéreos privados, para combate a incêndios, só estimulam e incentivam, a que cada vez haja mais e maiores fogos. Não é difícil adivinhar, que essas empresas privadas, facturam mais numa época de incêndios (antes, chamada verão) do que em dez anos sem os mesmos.
Os sobrevalorizados, não conseguem compreender que estão a comparticipar a continuidade dos fogos, e que esses milhões de euros, dariam para adquirir “quites” de incêndio para os já existentes helicópteros da força aérea e alguns “canaderes”, seleccionando ainda alguns efectivos das forças militares para pilotarem os mesmos, numa altura de paz e que só eles não vêem que a nossa guerra são os incêndios.
Este ano o flagelo continua a devorar os hectares que restam da nossa mata, que há cinco anos era a mais extensa floresta de pinho da Europa. Em Agosto de 2005, tínhamos contabilizado só nós, 41% da área ardida de toda a Europa. Como é possível toda esta passividade das forças Políticas Nacionais e não declararem GUERRA aos incendiários, como alguns países fizeram com o terrorismo, que neste caso, até acaba por o ser. Quando um país está em guerra, entram em acção as forças militares, mas, aonde estão elas?
Enquanto houver interesses privados (e outros), todos os anos a catástrofe será maior.
No meio de tudo isto, só a flora e a fauna perdem, tudo o resto fica a ganhar, inclusive, em algumas situações, até os proprietários saem a lucrar com o fogo.
As Associações Ambientalistas, que sobrevivem de subsídios, e que existem (dizem elas) para proteger a Natureza, que passam a vida a complicar (quando são chamadas a dar parecer) nas criações de novas Zonas de Caça, construção de pontes, novas vias, etc., aonde estão enquanto essa mesma natureza arde? E o fazem para isso não acontecer? E o que fazem para proteger os animais, e dar-lhes o apoio médico e alimentar que eles necessitam após o fogo? 
Existe muita coisa que não faz sentido, e mais uma delas, é aquela do Serviço que informa o País com alertas laranjas e vermelhos, como se o calor, só por si, causasse algum fogo sem haver a acção descuidada ou propositada do homem (parecendo no entanto, ser de uma grande eficácia, como se tem notado no dia seguinte, com meia dúzia de fogos a deflagrarem em simultâneo precisamente nos pontos apontados por esse Serviço), ou o outro Serviço de Informação dos S.N.B., que informa constantemente pela rádio, enquanto conduzimos, quantos incêndios existem naquele momento em Portugal, ou se não há nenhum, num claro desafio a algum débil mental que esteja a ouvir e não goste que os Bombeiros descansem.
Enquanto os interesses particulares, privados e políticos se superiorizarem aos interesses Nacionais, enquanto cada pessoa, olhar o seu semelhante como sendo uma potencial fonte de receita, enquanto os que trabalham por conta de outrem, pagarem os impostos (que lhes são impostos), a nossa imagem manter-se-á bem “ made in Portugal”, e as estações do ano, no nosso País serão “infelizmente” duas: Inverno e Época dos Incêndios.
Cada vez, estou mais convicto (embora contrariando muita gente), que temos de ser nós, caçadores, a pôr ordem neste flagelo. Há uns anos, quando tudo começou e os incêndios começaram a ter uma regularidade, era a nós precisamente, que se apontava o dedo acusador de pessoas pouco informadas, que pensaram ter resolvido o assunto, ao arranjarem um “bode expiatório”, sem nada fazerem para se certificarem da veracidade das afirmações. Havia realmente uma suspeita, pelo facto de estarmos numa fase de transição do regime livre para o regime ordenado, sem no entanto, isto significar alguma prova.
Alguns anos passados, com o regime praticamente ordenado, e os caçadores adaptados à nova realidade, os fogos continuam a aumentar de ano para ano. E agora, quem vão esses Conservadores da Natureza “de secretária” acusar?
Nós caçadores, somos os únicos que conhecemos realmente o campo, não retiramos lucro dele, e parece-me que somos dos poucos, que estamos interessados que ele se mantenha intacto.
Agora que o terreno cinegético está ordenado, cada caçador, “se o for realmente” tem obrigação de preservar, vigiar e trabalhar na sua zona de caça. Têm também obrigação de ajudar a combater o incêndio, se for caso disso, e a ajudar a recuperar o património cinegético e florestal perdido.
As Zonas de Caça, quando bem trabalhadas, e com boa cooperação dos seus associados, devem ter no futuro, um papel fundamental na prevenção de incêndios, se quisermos continuar a desfrutar do maior prazer que pode ter um homem/caçador, até à eternidade, constituindo esse um privilégio, que só durará, enquanto continuar a haver local e espécies cinegéticas para o podermos exercer.
 
 
 Até lá, e continuação de boas férias!

NOTA: Procurei nas profecias de Michel de Nostradamus, se este tinha previsto algum dia, quiçá, cair neve com temperaturas de quarenta e tal graus, ou as Cidades serem engolidas por densos nevoeiros, debaixo de temperaturas infernais.
 Não previu isso realmente, mas, o certo é que nós todos infelizmente, assistimos constantemente a esse fenómeno que eu interpreto, como sendo a proximidade do fim dos tempos, que coincidirá com o fim de todos os recursos naturais, inclusive, o próprio ar respirável.
 DESCODIFICAÇÃO: A neve, é a chuva de cinza proveniente dos vários fogos, que cai, mudando de cor casas e carros, e o nevoeiro é o fumo proveniente dos mesmos que envolve tudo, até grandes distâncias.
 

 
Manuel António

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publicado por Equipa SAPO às 18:38

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CNE em acção!

Aqui uma foto do 749 a preparar mais uma patrulha.
Boas Férias.
publicado por Equipa SAPO às 18:28

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incêndio em Castelo Branco

     Olá!
 
   
Vou enviar-vos umas fotos dos meios aéreos usados no combate a um incêndio em Castelo Branco, no dia 1 de Agosto de 2006.
 
    Repare-se que dos cinco aparelhos existentes no local (até nas fotos se pode reparar), três helicopteros e duas avionetas, só um helicoptero executava o seu trabalho. Os outros dois passaram todo o incêndio a "passear" em redor do incêndio e só depois de controlado pelo único que trabalhava e pelos poucos litros de água que as avionetas (despejavam? de meia em meia hora), é que se dignaram pousar para deles sairem uma grande quantidade de elementos (ninguém compreendeu a sua função, porque nada fizeram), para retirar o balde que se encontrava bem arrumadinho, para então começarem a trabalhar (?).
 
    Cumprimentos!
publicado por Equipa SAPO às 18:23

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Falta de consciencia

Emigrado na Suiça, tive a oportunidade de passar duas semanas em Portugal e
muito me custa o que vejo e isso todos os anos, ainda no aviao a chegada a
Portugal so se viam incendios e uma paisagem escurecida pelo fumo,
francamente, é tempo de parar-mos, destruir o pais desta maneira é
desolador, a minha chegada a Suiça todos me perguntam se estava nas zonas de
incendios e o porquê de tantos incendios, nao tenho resposta concreta a
dar-lhes, arder é em todo o lado, o porquê é sem duvida a mao criminosa e
tambem inconsciente de muitos compatriotas, vejamos, eu a qualquer lado que
fosse via lixos espalhados por tudo quanto é canto, a conduzir presenciava
os condutores fumadores votarem os cigarros acesos pela janela do carro
fora, com uma natureza selvagem tal como a nossa um simples cigarro mal
apagado pode dar um grande incendio, mas claro, as pessoas estao-se
borrifando para o que gestos desses possam causar, de momentos que nao lhes
toque as suas casas nao ha problemas, o mais engraçado é quando se vê pelo
pais fora as bandeiras da nossa patria, mas afinal onde é que esta o amor a
patria? So no futebol? Desculpem mas é realmente o que penso, so no futebol
o português sente orgulho no pais o resto nao lhes diz absolutamente nada, e
depois falam que temos que apostar no turismo!! Tenho a certeza que um
turista estrangeiro que va de visista a Portugal ao ver tais coisas nao vai
voltar de certeza...

Aqui nao se fala de outra coisa, a Suiça tambem tem florestas e tambem chega
a fazer 38 graus, entao eu pergunto, porque sera que na ha incendios na
Suiça? A resposta é simples, o Suiço tem orgulho no seu pais e respeita a
natureza, nao se preocupa com coisas sem importancia como o futebol, e
quando iça a sua bandeira, é pela beleza que este pais reflete coisa que
portugal poderia ser ainda superior se os nossos compatriotas para-sem para
vêr o que que realmente se passa e fize-sem para que nao situaçoes como
estas nao se reproduzam.

Lembrem-se que nao é o calor do sol que provoca incendios mas sim a
negligencia humana.

Um abraço de um emigrante Português

Antonio Silva
Fribourg-Suiça
publicado por Equipa SAPO às 18:20

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Câmara e Junta não tomam providencias

A Câmara municipal de Albergaria a velha e a junta de freguesia da Branca não
tomam nenhuma providencia a um terreno e um alpendre abandonado, e este a criar
insectos não desejados como mosquitos, moscas e por pior cobras, tendo os
moradores já feito queixa aos autarcas e estes não fazendo caso a situação,
venho fazer este anuncio a que todos tomem  conhecimento do assunto mesmo não
podendo fazer nada, fica em conhecimento publico o desrespeito das autoridades.
publicado por Equipa SAPO às 18:18

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