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Este é um espaço de notícias e reportagens feitas pelos utilizadores do SAPO. Envie os artigos para aqui.
Depois de validação editorial serão publicados e, caso se justifique, destacados na Homepage do SAPO.
Domingo, 29 de Outubro de 2006

falta de limpeza+canalizações = cheias+desertificação dos solos

Isto de cheias numas alturas e de falta de água noutras dá-me que pensar
pois sempre ouço os técnicos dizer que è o buraco. Se é o buraco do ozono?
Tudo bem. Mas parece-me que `há muitos mais buracos, se não vejamos o caso
da minha terra. È atravessado pelo rio Este e pelo rio Guizande rios estes
que têm servido de esgotos das industrias de Braga e agora também de
Famalicão. Qualquer destes rios estão totalmente obstruídos com detritos em
especial troncos e arbustos e muito areia misturada com terra. Há locais do
rio onde já crescem árvores no próprio leito. Já não me lembro de ver um
“guarda-rios” e não sei a quem compete a limpeza do rio, sei que as margens
do rio compete aos lavradores e essas estão mais ou menos limpas.

Desde que as câmaras acabaram com os cantoneiros e organizaram equipas de
limpeza das valetas (actuam em dias de festa) que tudo o que era aquedutos,
passagens das águas desapareceu, por isso a quando aparece uma chuvada ela
tem que seguir a estrada até encontrar um ponto de saída.

Por outro lado vejo a construção de algumas urbanizações e preocupa-me ver
que por imposição dos técnicos camarários se canalizam as águas pluviais
directamente para o rio, ora quanto a mim estas águas que deveriam
infiltrar-se lentamente nos terrenos não o faz e depois só encontramos água
a partir da profundidade dos leitos do rio. Por isso as fontes secam os
poços deixam de ter água etc.

Também não me parece boa política a envio das águas de saneamento para
diversos km de distancia a jusante porque temos o mesmo problema de todas
essas águas só voltaram à terra, longe do ponto onde são produzidas.

Verifico também que as politicas locais e serviços camarários não vêem com
bons olhos as explorações de água nos locais de consumo nem tão pouco a
manutenção das existentes algumas delas milenares. E porquê? Porque isso não
dá mais valias à autarquia que assim pode levar um dinheirão pela ligação à
rede pública e a cota de mensal de consumo que todos os anos aumentam sempre
acima do valor da inflação sem nenhum controle do consumidor final. È o pais
que temos.
publicado por comunidade às 10:48

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Sexta-feira, 27 de Outubro de 2006

Nem só

Bom dia.
Enquanto não paramos para analisarmos as situações que temos e prevermos as futuras meus amigos ,pode haver o que não há mas nunca lá chegamos.

Há demasiado tempo a praticar feitiçarias para entreter o Povo, é tempo de deixarmos essas coisas para o lazer , e mesmo assim é necessário ter cuidado, pode-se ficar enfeitiçado.
Não corram quando as coisas estão mal corram sim quando estão bem para evitar o mal.
Quando há algo mal todos se mostram, pobre protagonismo, enfim é o que temos.

Pensemos lá nisto. Repensar o passado para evitar males futuros. Os problemas evitam-se.

Att.
Silvino Reis
publicado por comunidade às 11:09

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Cheias e outras desgraças com história

Escrevo por solidariedade para com estas pessoas, por experiência própria
com o horror vivido numa inundação e também por indignação.



Vivemos num país rico em história, património e conquistas erguido pelos
bravos e heróicos portugueses desde a época dos descobrimentos. Tenho
orgulho em ser português e não nego as minhas origens em lugar nenhum do
mundo. Nem tão pouco me sinto inferior a outro povo qualquer do mundo, seja
ele o mais rico materialmente ou o mais evoluído tecnologicamente,
socialmente, etc.



Creio que o nosso antepassado não nos ensinou nada, temos esquecido ano após
ano, todo esse legado dos nossos antepassados mais longínquos ou mais
recentes. Ou por outro lado se não esquecemos, não aplicamos
convenientemente os ensinamentos da nossa vivência e da nossa história.



É um facto de que nem tudo o que acontece de mau no nosso país deva ser
atribuído às instituições oficiais (Governo, Autarquias, Juntas de
Freguesia, etc.). Cada um de nós também tem responsabilidades em várias
áreas da nossa sociedade.



Mas factos, são factos! E perante tamanha desgraça no que diz respeito às
inundações, não é necessário procurar muito para encontrar culpados! Que
porventura nunca serão culpados!

É muito mais importante inaugurar obras visíveis, à superfície porque são
aquelas que dão votos. Depois vem o resto, quando os programas de
intervenção subsidiados pelos nossos “patrões”, leia-se Comunidade Europeia,
os ricos (materialmente), aqueles que em tempos idos liderámos e que agora
nos rebocam e impõem vontades indiscriminadamente! Sim, porque o dinheiro
fala mais alto! A integração numa comunidade Económico-financeira, Social e
Politica não é isto certamente!



A prevenção só serve para gastar dinheiro, mentalidade de muito boa gente
com cargos de responsabilidade por este país fora. A prevenção não se vê! E
depois…? Se existisse uma prevenção demasiado profissional e eficaz que
evitasse muitas destas situações? O que é que poderia acontecer?

Certos organismos oficiais desapareceriam? Alguns prestadores de serviços
deixavam de ser úteis? Algumas das Juntas de Freguesia existentes seriam
fechadas? E o número de Câmaras Municipais colocadas em causa? Algumas
secretarias de estado deixariam de fazer sentido? Ministérios que seriam
postos em causa? E os Ministros, Secretários de Estado, sub-Secretários de
Estado, Secretários de Estado adjuntos, etc. que seriam dispensados? Não!
Exclamaria alguém, também ele indignado. Não pode ser!

Temos que actuar com eficácia após a desgraça. Diria alguém! Mobilizamos
toda a gente que seja necessária e damos a imagem que estamos preparados
para qualquer catástrofe natural e menos “natural”, leia-se cheias por
negligência de muitos! E depois fazemos (Governo) contas aos estragos
juntamente com Governadores civis e Presidentes de Câmara. Sim claro, fazem
as contas aos prejuízos pessoais de cada contribuinte, de cada munícipe sem
eles estarem presentes. Mas para quê a presença dos munícipes? Não é
necessário, porque as contas são embrulhadas na burocracia deste país e a
partir daí é o que se sabe! Não é?





António Amaro

Torres Novas
publicado por comunidade às 10:46

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Mau tempo Inundações

Como estamos em tempo de procurar culpados para tudo o que acontece,
normalmente na procura de indemnizações volumosas, gostaria de apontar
os responsáveis pelas inundações que cada vez mais frequentemente
ocorrem e se assinalam: são os autarcas que permitem a cada vez maior
impermeabilização dos solos urbanos, a construção em leitos de cheia, a
intersecção de linhas de água e procedimentos similares, que devem ser
bem conhecidos da maioria dos autarcas; se não conhecerem este tipo de
questões significará que não terão as qualificações necessárias parta se
apresentarem a sufrágio.
Claro que se pode questionar o poder central, mas não parece curial,
pois trata-se de problemas a uma escala absolutamente local.
Em cidades como Lisboa é bem conhecida a questão da impermeabilização do
interior dos quarteirões, ocupando-os com construções dedicadas ao
comércio ou a estacionamento.
Aguardamos pela chegada de concentração de precipitações elevadas como
ocorreram em 1967 em Lisboa e zona adjacente norte; estou convicto de
que os estragos humanos e materiais serão ainda maiores, já que a
concentração urbana e as impermeabilizações dos solos estenderam-se de
uma forma radical, sempre com o aval dos autarcas.
Esta questão tornou-se trivial e do conhecimento geral, pelo que o
desenvolvimento das políticas de ocupação dos solos deveria ser objecto
de responsabilização dos autarcas, lembrando a responsabilidade que as
autorizações de extracção de areias em locais fluviais inadequados, têm
na alteração dos cursos de água com as consequências eventualmente
nefastas para todos.


J. BARROS
CS Acessórios Sobressalentes e Veículos , Lda
Telf.:(351) 218547062
publicado por comunidade às 10:20

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FW: Tempestades

Neste país tudo são catástrofes:
O Sol porque provoca incêndios, cancro de pele e as secas
A Chuva porque encharca o que é nosso, derruba o que é nosso, leva consigo o
que é nosso
O Vento também é mau, faz voar tudo, arranca tudo do lugar onde nós
queríamos que as nossas coisas estivessem para sempre, provoca a seca
Todos estes agentes da natureza são uns malvados que estão sempre contra
nós!
E nós? O que somos?
- Vitimas.
O que é que as vitimas fazem?
Pedem socorro... os mais sofisticados pedem subsídios!
Somos um país que teima em não chamar a si as responsabilidades do que lhe
acontece!
Psicologicamente ainda não cortámos o cordão umbilical que nos liga ao que
Salazar simbolizava!
Salazar pensava por nós, decidia por nós, dizia-nos o que devíamos e não
devíamos fazer e também pensar, quando algo corresse mal, fora do alcance da
acção de Salazar, então rezaríamos!
Assim deixamos impunes os incendiários, porque coitados, são pessoas de
vidas tristes, sem alento... e entretanto há uns quantos que enriquecem á
conta da "industria" dos incêndios!
Fazem-se queimadas, piqueniques de brasas, lançam-se lixos perigosos,
cigarros acesos sobre o pinhal... da mesma forma que ás 13 horas se pega na
família e se leva para a praia para tomar banhos de sol e mar! E o leva-se é
propositado porque ficam-me sempre na memória os rostos das crianças que são
levadas criminosamente para esse sol perigoso!
A chuva cai indiferenciadamente no edifício bem construído e conservado como
naquele que já está a cair de maduro! A Chuva varre os terrenos sem dó nem
piedade, encosta abaixo, porque já não encontra nem pinheiros, nem arvoredo,
nada que a trave. A árvore, o cabo de alta tensão, o poste que está
perigosamente junto a uma casa, a uma vedação se não for a chuva ou o vento
a arrancá-los de lá ninguém o fará!
E a seca? Quando vem, é altura de rezar porque fazer uma gestão cuidada do
gasto de água é uma coisa que os que têm hoje 10 anos terão de fazer, mas
para os crescidos ainda há muita água para gastar, esbanjar, desperdiçar!
Do que eu estou a falar aqui é de consciência, responsabilidade, acção e não
reactividade.
A responsabilidade não é do Primeiro-Ministro,... do Presidente da Junta!
A responsabilidade é de todos incluindo esses.
Estamos sempre a passar a batata quente ao lado, somos preguiçosos,
presunçosos, irresponsáveis, vaidosos, inconscientes, gastadores, estamos
sempre á espera de ser servidos, de ser salvos...Somos um povo que vive para
o seu umbigo! Mas isto não é de agora! Se formos á História encontramos mais
exemplos. A noção de colectivo, a noção que se todos estivermos bem eu
também estou bem porque faço parte do todo.
Como queremos ser levados a sério pelos outros países se não somos sérios
por natureza? - e eles (os outros países) sabem quem nós somos!
É profundamente lamentável!
Duas ressalvas:
1ª Há forças da natureza que nenhum Homem pode deter, é um facto.
2ª Há portugueses que não são como descrevi... mas são tão poucos.
Alexandrina Alves
publicado por comunidade às 10:11

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Quinta-feira, 26 de Outubro de 2006

...

9.jpg


Ventos fortes
publicado por comunidade às 10:27

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Estado de degradação da EB 1 nº 6 do Barreiro (Alto Seixalinho)

escola 3.jpg

escola 1.jpg

escola 2.jpg


Venho por este meio vos dar a conhecer o estado de degradação em que
se encontra a referida escola, mais concretamente o pavilhão "provisório" o
qual piorou esta madrugada com a queda de parte da estrutura do telhado.

O estado de degradação da escola é do conhecimento geral tanto da câmara
municipal do Barreiro como da junta de freguesia do Alto do Seixalinho ao
qual as referidas entidades as únicas obras que fizeram foi colocar um
portão de entrada novo e "arranjar" tinta para os pais dos alunos pintarem o
muro.

Já de algum tempo a esta parte o estado de degradação em redor da escola é
notório tanto a nível de mau cheiro provocado por dejectos de cães de
barracas que ali foram construídas.

Já são várias as tentativas da parte do agrupamento em que se insere a
escola como por parte dos encarregados de educação dos vários alunos que por
ali têm passado de chamar a atenção para a degradação da escola mas a
resposta por parte das entidades (in)competentes é sempre a mesma e actos
esses são poucos ou nenhuns.

Junto envio algumas fotografias do estado actual do pavilhão (após esta
madrugada).
publicado por comunidade às 00:58

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Quarta-feira, 25 de Outubro de 2006

cheia

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publicado por comunidade às 22:27

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a cheia no sardão cidade de águeda

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publicado por comunidade às 22:27

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...

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publicado por comunidade às 22:25

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JARDIAGRO COMPLETAMENTE VAZIO

Fotos nâo possuo mas sei que a JARDIAGRO uma empresa grossista distribuidora de maquinas de agricultura, ficou completamente vazio o armazem onde estavam foram pela àgua a baixo, sem se saber onde foram parar, calcula-se perjuiso de talvez mais de 700 mil euros dizia o proprietario CELESTINO LOPES
Este armazém encontrava-se à saida de Pombal em direcçâo de Abiul lado direito
publicado por comunidade às 20:40

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mar

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Mar do norte na ilha da madeira
publicado por comunidade às 18:43

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Cheias...

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Imagem%28614%29.jpg


Já á mais de 10 anos que estamos á espera que a camara de Godomar nos resolva este problema.
Isto situa-se na Rª Garcia da Orta 44 r/c Em Rio Tinto.

A agua já entrou nas nossas casas e por sorte só inundou as garagens.
Um dia vamos acordar a boiar nas nossas camas



Carlos Oliveira Fernandes
publicado por comunidade às 17:55

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